
SÃO PAULO e PORTO ALEGRE - A vacina contra a gripe suína deverá ser produzida aqui no Brasil, pelo Instituto Butantan, em São Paulo, somente no ano que vem. A Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda não encaminhou ao Butantan a fórmula da vacina. O motivo do atraso não foi esclarecido. O país já registrou 11 mortes causadas pela doença, além de 1.175 pessoas infectadas. (Leia também: Passageira com suspeita da doença atrasa voo de Maringá para SP em 3 horas )
O Ministério da Saúde, por meio de nota, reiterou que a vacina ainda não existe e que ela está sendo colocada na estratégia mundial de combate a uma eventual segunda onda da doença, que aconteceria no próximo inverno - no primeiro semestre no hemisfério norte e no segundo, no hemisfério sul.
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Segundo o Ministério da Saúde, provavelmente, o Instituto Butantan não terá capacidade para produzir toda a vacina que o país precisará nessa eventual segunda onda da doença, já prevista pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A pasta informou que ainda está avaliando a possibilidade de comprar vacinas acabadas de outros fabricantes, caso isso seja necessário.
A partir da próxima segunda-feira, o Exército irá monitorar 34 pontos de fronteira do Sul com Argentina, Uruguai e Paraguai. Em Osasco, na Grande São Paulo, município que já registrou duas mortes pela doença, o Exército ajudará no atendimento a pessoas com sintomas do vírus a partir de quinta-feira.
Até 2 mil infectados no RS
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul estima que entre 1,5 mil e 2 mil pessoas estajam infectadas pela gripe suína no estado. Segundo o secretário, Osmar Terra, embora a doença progrida rapidamente, a maior parte dos casos dispensa internação e pode ser tratada em casa.
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